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Vida: esporte radical

Pegar onda, saltar de pára-quedas, pular de bumg jump, voar de asa delta? Que nada, adrenalina mesmo é viver. Mas tem que viver intensamente. Aí, emoção garantida! Tentar ser feliz então, atitude de risco. É como mergulhar no escuro, de cabeça! Se vale a pena? Vale sim. Mesmo que o pára-quedas não abra, a corda arrebente ou a prancha quebre, sempre vale a pena. Porque nessa modalidade, o risco não é de vida. Medo de sofrer, de ficar triste e de se decepcionar? Sem ilusões, esses são riscos reais, mais que acidentes, incidentes de percurso. É como subir uma montanha, cansaço, dor, fome e sede compensados por um visual de tirar o fôlego. Não dá a certeza de que sempre vale a pena? Dá sim. Mesmo quando, depois de tanto esforço, lá no topo da montanha as nuvens encobrem a paisagem. Vale o caminho, vale a superação e vale mais ainda a certeza de que sempre é possível descer e subir de novo.

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