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Vivendo

Como saber? Como ver? Como entender? Perguntas recorrentes. Perguntas sem respostas. Mas haverá respostas? E se houver, o que saber, o que ver, o que entender? Para que? O melhor mesmo, parece, é viver. Só viver, simples assim. Sem perguntas e sem respostas, mas com experiências vividas. Intensamente, mas ao mesmo tempo despretensiosamente. Sem teorias, mas com muita sensibilidade. Abandonando a ansiedade, mas preservando a inquietação. Uma dança a dois com a vida, se deixando conduzir por ela ao ritmo dos acontecimentos.

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