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No mar e no ar

Foi um dia de mar de cor envolvente. Ondas com tamanho, velocidade e força para afastar a inércia sem, no entanto, causar sobressaltos. Vento constante acariciando e arrepiando a pele dourada pelo sol soberano no céu azul de outono. No primeiro mergulho senti o sal limpando as feridas. Passada a primeira onda, senti o sopro do vento amenizando dores e ardências. Envolta pelo movimento e pelas cores do mar e do ar, fiz minha reverência a Iansã e Iemanjá. Poderosas e belas forças renovando com suavidade meu corpo, mente e alma.

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