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Agora as arquibancadas parecem estar vazias

Reler um texto meu é, quase sempre, enfrenter a mais terrível das críticas, a minha própria. Mas são as palavras, aquelas extas palavras, registro de idéias, momentos e histórias que, vividas ou inventadas, foram registradas e, dessa forma, tornadas reais daquela forma. Assim, a vontade de reescrever costuma dar lugar a vontade de escrever e viver outras e novas coisas. Quase sempre... Reescrito e adaptado às transformações minhas e das circunstâncias, linhas que, sem adaptação, foram colocadas aqui há um tempo não muito distante. Embora agora estejam vazias as arquibancadas, faço desta a versão final. Ou não...

Naquele dia não tinha marmelada e nem goiabada. Não tinha palhaçada, mas
era dia de circo. Sob a lona, a sexta-feira chuvosa guardava uma surpresa.
Sedutora surpresa de iluminado olhar da cor do céu revelado na penumbra da
arquibancada. O espetáculo começou, mas eu não vi. Vivi o que começava para além
do picadeiro. História de enredo indefinido, feita de breves e intermitentes
atos. Felizes e finitos atos. Como no fim de todo espetáculo, as luzes se
apagaram. Ficou na sombra a felicidade. Sentada no estreito banco de madeira ao
lado da saudade.

Comentários

Roberta Marchi disse…
eeebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Bem vinda de volta...

uhul!!!!!!!