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Mostrando postagens de Setembro, 2008

Felicidade sim

Não tenho vocação para a tristeza, mas não me faz falta a vocação que falta. Eu sei e confirmo ao vê-la, triste tristeza, se dissipar por entre as nuvens que se deslocam no céu, se esvair no vento que dá movimento às ondas do meu cabelo e desaparecer na luz do raio de sol que ultrapassa as cortinas. Pelas janelas, vejo, com olhos brilhantes, cores mesmo nos dias mais cinzentos e me convenço do que sei: a tristeza eu conheço e reconheço, mas não foi feita para mim. Sorrio para ela o sorriso feliz que se esconde, mas não se perde de mim.

Solteira

Estar solteira não é divertido apenas pela diversão na forma mais óbvia e, perdoem a redundância, mais divertida deste estado civil que significa, entre outras coisas, a quase total ausência de compromisso. Liberdade não vigiada, mas acompanhada, uma hora os solteiros percebem isso, por olhos que poderiam ser de cupidos, mas que, na verdade, pertencem aos amigos que estão namorando, casados, enrolados ou em situações afins. De repente, todos eles querem apresentar alguém para você e como boa parte deles não fica apenas na vontade, está aí uma outra faceta divertida da vida de um solteiro.

As situações inusitadas se multiplicam de tal forma que, de tão doido, tudo passa a ser engraçado. Eu pelo menos, mesmo sem nenhuma intenção, me divirto bastante com o surto casamenteiro coletivo. Talvez porque meus amigos, como amigos meus que são, me conheçam bem e escolham para me apresentar pessoas interessantes. Mesmo que o universo não varie muito - profissões, atividades e interesses bem parec…