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“... esse cansaço era uma pequena mentira misturada a um pouco de felicidade. Então me resignava a esperar as palavras que me viriam daquele mundo quase mudo, de costas para mim, deslizando com o esforço de minhas mãos doloridas. (...) Minha tristeza era preguiçosa, mas eu vivia na minha imaginação com o orgulho do poeta incompreendido. (...) Eu estava destinado a só me encontrar com uma parte das pessoas e, além disso, por pouco tempo, como se fosse um viajante distraído que também não soubesse para onde ia...”

(Felisberto Hernández - A Casa Inundada)

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