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Relâmpagos, trovoadas, chuva. Vontade quase necessidade de parar no meio da rua e também chover. Chorar os dias dormidos inteiros para não pensar e as noites insones pensando. Chover lágrimas para limpar o coração. Chorar até dissiparem as nuvens e, então, beber todos os vinhos argentinos do mundo. E dançar na chuva. Não um tango, mas a vida. A vida que segue, há de seguir, e semeia, há de semear!

Comentários

N. disse…
Bonito!
Quando a chuva toca a alma a vontade de chover é assim mesmo... Foi no ponto.