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Um carnaval que passou

O carnaval que passou teve purpurina, teve fantasia e teve calor, muito calor. Teve também missão compartilhada com os amigos: descobrir o bloco secreto. Mas não teve um bloco secreto. Tiveram vários!

Só eu fui a três destes blocos que não têm dia ou hora certas, mas têm a essência do carnaval. Sem regras e sem rumo, eles levaram por onde nos levam os bons carnavais: lugares esquecidos, ruas desconhecidas.

Subiram ladeiras, desceram escadas — como teve ladeira e escada neste carnaval — e seguiram quase sem fim. Quase! Porque fim o que não tem é o desfile Boi Tolo e o amor por ele. A propósito, onde o bloco está agora?

Teve amigo folião hors concours (Allan), amiga foliã de volta (Carol), amigos foliões que fizeram falta (Fabiana, Daniel, Aída), amigo folião que esteve sem estar (Thiago), amigos foliões deste e de outros, passados e futuros, carnavais (Ana Paula, Viviane, Ioná...)

Teve tanta coisa boa, que agora tem saudade. Tem também vontade. Vontade de usar saia de filó e de soprar purpurina no rosto de conhecidos e desconhecidos mais vezes. Vontade de ver as ruas sempre cheias e as pessoas sempre tolerantes. Vontade que a alegria não seja fugaz.

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