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O que virá

Vontades, desejos, anseios. Você quer, mas quebra tanto a cara, entende tanto errado – ou  simplesmente não entende – que já desconfia da possibilidade. Só uma possibilidade e você vira receio, desconfiança, medo mesmo.

Não pode ser... Estranho... Tem alguma coisa aí... Sim, pode ter. Mas já pensou que pode ser bom? Estranhamente boa esta alguma coisa que ainda não é, mas pode vir a ser. Pode vir, mas para vir a ser precisa ser deixada vir.

Vai, deixa vir! O que vem não pode ser bom? Por que não? Porque sim, pode sim, mas você receia, desconfia, amedronta. Pensa em desistir. Como se nem tentou? Pensa em fugir. Do que, se nem começou? Pensa, pensa, pensa... Mas tenta?

E se tentar? E se arriscar? E se a possibilidade virar a realidade da vontade, do desejo e do anseio? E se você, ao menos desta vez, não pensar no se. Ou que pense no se, mas no se joga, no se arrisca, no se permite.

Respira e deixa vir. Com receio? Com desconfiança? Com medo? Que seja, mas deixa vir. Virá!

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